Avançamos nos últimos anos, e não podemos regredir.
Um exemplo claro dessa mudança estrutural são os investimentos em C&T.
No período entre 2004 e 2006, o Pará investiu em torno de R$ 9 milhões em ciência – R$ 3 milhões em 2004; R$ 3,4 milhões em 2005; e R$ 2,6 milhões em 2006.
A partir de 2007, invertemos essa lógica: investimos R$ 17,7 milhões. Em 2008, quase 47 milhões e em 2009, R$ 39 milhões. A perspectiva é de que até o final deste ano, cheguemos a R$ 62,5 milhões, 24 vezes mais que os tucanos só no último ano de gestão. Ao todo, o Pará terá investido em quatro anos 170 milhões em ciência, tecnologia e inovação.
O esforço para fomentar inteligência não teria êxito sem a parceria do governo Lula, cujos investimentos em ciência e tecnologia tiveram um incremento de 700% entre 2002 e 2010 – de R$ 1,190 bi para R$ 7,2 bi.
Nosso discurso está ancorado, portanto, em fatos que demonstram a vontade política de superar o atraso e criar um novo modelo de desenvolvimento.
Isso é fundamental porque sinaliza um rumo, uma direção.
Não é à toa que no período entre 2010 e 2014 o Pará receberá R$ 42 bilhões em investimentos públicos e privados.
Também não é uma feliz coincidência que em janeiro e fevereiro de 2010, meses que se caracterizam pela retração do emprego, tenhamos obtido o saldo histórico de quase seis mil postos de trabalho com carteira assinada.
Esses êxitos são fruto de um conjunto de políticas públicas, dentre as quais a articulação de ciência e economia tem sido fundamental para eliminar gargalos tecnológicos e aumentar a nossa produtividade.
É por isso que estamos articulando um Sistema Paraense de Inovação, para aproximar pesquisadores, empresários, cientistas e trabalhadores.
Esse é um pedaço do artigo que Cláudio Puty escreveu ontem em O Liberal (1º caderno, atualidades, página 6), sob o título Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento.
A íntegra do artigo, você lê clicando aqui.