Datafolha: não é Lula ou Dilma; é Lula e Dilma
A matéria da Folha sobre a pesquisa que aponta recorde de popularidade da presidenta Dilma Rousseff aposta no delírio que anda tomando conta da nossa mídia...
Leia mais, clicando.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Posse Dr Jarbas Vasconcelos na OAB/PA - O Retorno, Hoje, 23/04/2012
Após uma absurda e autoritária intervenção feita na OAB/PA, por motivações políticas, o legítimo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Pará, Dr. Jarbas Vasconcelos, retorna hoje à entidade, às 17h.
Parabéns Dr. Jarbas Vasconcelos, e parabéns a todos os advogados paraenses que resistiram a esta intervenção nefasta!!
Parabéns Dr. Jarbas Vasconcelos, e parabéns a todos os advogados paraenses que resistiram a esta intervenção nefasta!!
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Mais uma estrela brilha no céu. Valmir Bispo presente!
Hoje o céu ganhou mais uma estrela.
Nela brilha o companheiro Valmir Bispo
dos Santos, que nos deixou no dia de hoje. Superintendente da Fundação Curro Velho no meu governo, Valmir foi militante histórico do PT e iniciou a luta no movimento estudantil, sendo
presidente da UNE na gestão 1987/88.
O companheiro Valmir será lembrado como
atuante no movimento cultural em Belém. Foi atuante na FUMBEL durante a gestão petista
da capital e sempre se preocupou com o debate sobre a inclusão social de povos
indígenas, quilombolas, formas de expressão cultural tradicionais da cidade e
do interior em agendas positivas para a construção de um movimento cultural no
Pará. Valmir estava Diretor do Núcleo de Arte e Cultura da Universidade do
Estado do Pará (Uepa) e militava no Setorial de Cultura do PT.
É com pesar que abraço a família de Valmir e seus amigos e na certeza que sua alma agora se encontra ao lado dos valentes que lutaram para dar uma condição melhor de vida ao nosso povo.
sábado, 14 de abril de 2012
Constrangedora performance do senador Flexa Ribeiro na audiência com Ministro dos Transportes
Deu no Blog do Hiroshi Bogéa:
A performance do senador Flexa Ribeiro não foi das melhores
durante a audiência concedida pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio
Passos, à comitiva de empresários e políticos paraenses.
Para alguns integrantes da caravana, a reação de Flexa foi
“constrangedora”.
Tudo começou quando o ministro disse que estava esperando a
conclusão do projeto Executivo encomendado pela Vale para depois decidir quem
faria a obra, se o governo ou a própria Vale. Ou os dois, juntos.
Flexa tentou chutar o pau da barraca, radicalizando -, num
momento em que se chegava a uma saída mais rápida para a questão da derrocagem
do rio – declarando que o governo estava indeciso, ainda esperando uma decisão
da Vale, etecétera e tal.
Disse que a obrigação era do governo federal em construir a
hidrovia, sem envolver a Vale no processo
Nervoso, chegou, também, a pedir a suspensão da audiência
por considerar que o ministro dos Transportes estava revelando uma posição
dúbia do governo já que alguns dias atrás a ministra do Planejamento, Miriam
Belchior, afirmara, diante do senador e do líder do governo no Senado, Eduardo
Braga, que o Dnit era quem tocaria, sozinho, a hidrovia sem a participação da
mineradora.
Reação do senador causou mal estar entre os participantes da
audiência, que rechaçaram, à unanimidade, a proposta de retirada do grupo da
reunião.
Deputado federal Zé Geraldo (PT), dirigiu-se a Flexa
Ribeiro:
- Senador, quando o Serra (José) for presidente do Brasil, o
senhor faz isso que está propondo, mas é bom lembrar que a presidente atual é
Dilma Roussef, do PT, e a Vale vai ter que ser enquadrada no que o governo
quer.
Deputado estadual João Salame (PPS) também se manifestou,
usando uma frase imortalizada pelo ex-presidente chinês Deng Xiaoping.
“Senador, não importa se o gato é preto ou branco, importa é que ele pegue o
rato”, disse, ao ratificar o objetivo final da luta: a derrocagem do rio, não
havendo importância saber quem o faria.
Trocando em miúdos, o que o ministro dos Transportes afirmou
é o que já foi detectado em trechos do rio Tocantins que vai de Marabá ao Lago
de Tucuruí: a presença de técnicos do Instituto de Pesquisa Tecnológicos de São
Paulo (IPT) iniciando estudos para confeccionar o projeto Executivo da
derrocagem. A empresa foi contratada pela Vale ao valor de R$ 19 milhões.
A posição quase unânime dos integrantes da comitiva paraense
contra a radicalização do senador Flexa Ribeiro foca uma questão lógica:
reduzir as etapas de dificuldades que um projeto executivo do porte da
derrocagem e dragagem do rio, exigiria do governo até sua contratação final.
A começar pela necessidade de cumprimento de prazos para a
publicação do edital de licitação até seu julgamento definitivo de escolha da
empresa vencedora da disputa.
Com a entrada da Vale financiando o projeto, reduz-se em
quase oito meses a contratação final da obra.
O projeto executivo será concluído em quatro meses, havendo,
em seguida, a contratação da empresa que executará as obras.
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Comentário:
Como todos sabem e foi citado inclusive pelo jornal Valor Econômico, foi uma exigência minha que a Vale construísse uma fábrica de aço no Pará como forma de verticalizar a produção mineral no estado. Com apoio do ex-presidente Lula, cobramos da empresa a iniciativa e ela agora irá contribuir com a viabilização da hidrovia. Não tenho dúvida que, em breve, ela estará operando a todo vapor ajudando a transportar a nossa produção através do porto de Vila do Conde.
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Comentário:
Como todos sabem e foi citado inclusive pelo jornal Valor Econômico, foi uma exigência minha que a Vale construísse uma fábrica de aço no Pará como forma de verticalizar a produção mineral no estado. Com apoio do ex-presidente Lula, cobramos da empresa a iniciativa e ela agora irá contribuir com a viabilização da hidrovia. Não tenho dúvida que, em breve, ela estará operando a todo vapor ajudando a transportar a nossa produção através do porto de Vila do Conde.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
É hoje: Plenária Vermelha na APPD
Hoje, sexta-feira 13, a partir das 18:30h na APPD vai ser um momento importante de emulação e mobilização da militância do PT Belém. Nesta Plenária Geral estará presente nossos parlamentares e o nosso Pré-Candidato Professor Alfredo Costa, Deputado Estadual da Bancada do PT.
É hoje companheirada.... Vamos lá... Presença confirmada dos Vereadores: Otávio Pinheiro, Marquinho Do Pt, Milene Lauande, Amaury, Adalberto Aguiar e Iran Moraes. Também estarão presentes os Deputados Carlos Bordalo e Zé Maria, dos nosso Deputado Federal Claudio Puty, além do companheiro Paulo Rocha, do Presidente Municipal do PT Apolônio Brasileiro e do Presidente Estadual do PT João Batista.
É hoje companheirada.... Vamos lá... Presença confirmada dos Vereadores: Otávio Pinheiro, Marquinho Do Pt, Milene Lauande, Amaury, Adalberto Aguiar e Iran Moraes. Também estarão presentes os Deputados Carlos Bordalo e Zé Maria, dos nosso Deputado Federal Claudio Puty, além do companheiro Paulo Rocha, do Presidente Municipal do PT Apolônio Brasileiro e do Presidente Estadual do PT João Batista.
É hoje: Palestra de Goran Therborn
É hoje, às 17 horas, no auditório do Instituto de Ciências
Jurídicas da UFPA.
Göran Therborn, um dos maiores pensadores contemporâneos, vai lançar seu livro "Do marxismo ao pós-marxismo?", em Belém, hoje à tarde.
Therbon é professor emérito de sociologia na Universidade de Cambridge, do Reino Unido; pesquisador e ex-diretor do Colégio Sueco para Estudos Avançados em Ciências Sociais, em Uppsala, Suécia; professor aposentado de Sociologia na Universidade de Gottemburg, Suécia e professor de Ciências Políticas na Universidade Católica de Nijmegen, Holanda.
É considerado um dos mais influentes teóricos no campo analítico do marxismo contemporâneo e um autor fundamental, mundialmente reconhecido como tal, no debate sobre o pós-marxismo. Sua contribuição regular com a revista New Left Review tem ajudado a pautar o debate político contemporâneo e a formar novas perspectivas críticas para a teoria e a pesquisa social.
Artigo: CPI na falsa vestal, por Rui Falcão
O episódio que revelou a escandalosa participação do senador
Demóstenes Torres (ex-DEM) em uma organização criminosa merece algumas
reflexões e, olhando para o futuro, uma ação imediata.
Desde que foi constatada a cumplicidade do senador com uma
gama infindável de crimes, assistimos a uma tentativa (às vezes ridícula)de
explicação para o logro em que alguns caíram.
Como justificar que o arauto da moralidade, crítico feroz
dos governos Lula e Dilma, trabalhava e traficava informações, obtidas pelo uso
indevido do mandato, para um conhecido contraventor?
Até a psicanálise foi fonte de argumentos na tentativa vã de
entender as ligações do senador com o contrabando, o jogo ilegal, a escuta
clandestina e a espionagem. todas práticas tipificadas no Código Penal.
O certo, porém, é que a veneração que setores da mídia
nutriam por Demóstenes refletia uma espécie de gratidão pela incansável luta,
essa sim verdadeira, do parlamentar contra todos os avanços sociais obtidos
pelos governos petistas.
Ressalte-se, aliás, que mesmo depois de flagrado na
participação ativa em organização criminosa, o ainda senador, fingindo ignorar
o mundo real, arvora-se a analisar, sob o crivo crítico dos tempos de falsa
vestal, ações do governo Dilma.
Mais do que uma “vendetta” contra o fanfarrão, porém, o
Congresso está diante de uma oportunidade única de desvendar um esquema que,
pelo que foi divulgado até agora, não se resume à ligação de empregado e patrão
entre Demóstenes e o contraventor Carlinhos Cachoeira.
A morosidade do inquérito em algumas de suas fases e as
ligações pessoais do promotor de carreira Demóstenes Torres com membros do
Judiciário precisam ser investigadas. O mesmo se exige na apuração de vínculos
obscuros do senador com altos mandatários de seu Estado, Goiás, bem como de sua
quadrilha com veículos de comunicação. Que não se permita a operação abafa em
andamento. Que se apure tudo, até para dissipar suspeitas.
O único caminho para o esclarecimento passa por uma CPI no
Congresso, onde alguns parlamentares também foram ludibriados pelo falso
paladino das causas morais.
Cabe à Câmara e ao ao Senado, sem nenhum espírito de corpo,
aproveitar a oportunidade única de desmascarar a farsa até o fim.
Talvez, no caminho da investigação, descubramos outros pregadores
da moralidade que também se beneficiem do esquema que se abastecia das
informações colhidas e transmitidas ao chefe pelo senador Demóstenes Torres.
A história brasileira registra outros episódios em que a
pregação das vestais serviu para embalar a defesa de interesses sempre
contrários aos da maioria da população. O falso moralismo udenista não está tão
distante.
Se a forma do engodo não é nova, cabe ao Congresso provar,
com a CPI, que o país está disposto a dar um basta a esquemas de banditismo. O
Partido dos Trabalhadores defende a instalação de CPI no Congresso e conclama a
sociedade organizada a se mobilizar em defesa da mais ampla apuração do esquema
corrupto desvendado pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo.
Rui Falcão é deputado estadual (SP) e presidente nacional do
PT
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Jornal Valor Econômico revela: "A ALPA nasceu de uma "exigência" da ex-Governadora Ana Júlia Carepa...
BLOG DO VICENTE CIDADE: Jornal Valor Econômico revela: "A ALPA nasceu de u...: Não tem como negar, deu lá no blog do Hiroshi, o que o Brasil inteiro já sabe: Quem conquistou a ALPA para o Pará foi a ex governadora Ana ...
Não tem como negar, deu lá no blog do Hiroshi, o que o Brasil inteiro já sabe: Quem conquistou a ALPA para o Pará foi a ex governadora Ana Júlia. Não sou eu quem está dizendo, é o jornal Valor Econômico, vejam:
"... Dos três projetos, o da Aços Laminados do Pará – Alpa, usina de aço a ser erguida em Marabá (PA), é o mais polêmico, dado seu viés político. Ele nasceu de uma exigência feita pela ex-governadora Júlia Carepa (PT), do Pará, com apoio do presidente Lula, aos acionistas da Vale, gerando atrito entre o ex-presidente e Roger Agnelli, então CEO da mineradora. O empreendimento por enquanto é 100% Vale e está estimado em US$ 5 bilhões."
Notem o teor das palavras escritas na matéria, "Ele nasceu de uma exigência feita pela ex-governadora Júlia Carepa (PT), do Pará, com apoio do presidente Lula". O que para o jornal para ser um absurdo, para nós vem só confirmar o quanto a companheira Ana Júlia fez pelo Pará e qual o real tamanho do seu grande legado.
Não tem como negar, deu lá no blog do Hiroshi, o que o Brasil inteiro já sabe: Quem conquistou a ALPA para o Pará foi a ex governadora Ana Júlia. Não sou eu quem está dizendo, é o jornal Valor Econômico, vejam:
"... Dos três projetos, o da Aços Laminados do Pará – Alpa, usina de aço a ser erguida em Marabá (PA), é o mais polêmico, dado seu viés político. Ele nasceu de uma exigência feita pela ex-governadora Júlia Carepa (PT), do Pará, com apoio do presidente Lula, aos acionistas da Vale, gerando atrito entre o ex-presidente e Roger Agnelli, então CEO da mineradora. O empreendimento por enquanto é 100% Vale e está estimado em US$ 5 bilhões."
Notem o teor das palavras escritas na matéria, "Ele nasceu de uma exigência feita pela ex-governadora Júlia Carepa (PT), do Pará, com apoio do presidente Lula". O que para o jornal para ser um absurdo, para nós vem só confirmar o quanto a companheira Ana Júlia fez pelo Pará e qual o real tamanho do seu grande legado.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Parabéns ao Município de Marabá pelos 99 anos
MARABÁ - 99 ANOS!!
Parabenizo o povo de Marabá pelos 99 anos do município. Marabá que chega a
quase um século, como uma referência no fortalecimento de um Pólo Industrial a
partir da Siderúrgica ALPA, da Vale, da empresa Aline, e muitas outras empresas
que se instalaram como a Sinobrás e as que se instalarão no seu Distrito Industrial, que foi revitalizado e
ampliado.
Com muitas obras de Infra-Estrutura, como a duplicação da Transamazônica, a
Hidrovia do Tocantins, o Porto público, entre outras obras, Marabá é hoje um
pólo de desenvolvimento no nosso Pará. Na indústria mineral, na agropecuária,
por exemplo.
E Marabá também encanta a todos com sua beleza, banhada pelos rios
Tocantins e Itacaiúnas, que no verão nos proporcionam belas praias!
Parabéns Marabá. Parabéns povo guerreiro e trabalhador desta, que é a
cidade pólo da região de Carajás!!
Ana Júlia Carepa
Funcionária do Banco do Brasil e ex-governadora do
Pará
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Governo anuncia medidas para injetar R$ 57,8 bi na economia
Brasília - O governo anunciou nesta terça (3) um pacote de medidas que irá injetar R$ 57,8 bilhões na economia, ainda neste ano. O objetivo é aumentar a competitividade da indústria, em retração acelerada desde o início da crise internacional. “O governo não vai abandonar a indústria brasileira”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante cerimônia no Palácio do Planalto.
A maior parte dos recursos virá do aporte de R$ 45 bilhões que o Tesouro destinará ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). E o restante, de uma série de desonerações anunciadas. O pacote reforça o Programa Brasil Maior, lançado em agosto do ano passado, com o objetivo de aumentar a competitividade da indústria nacional.
A medida mais comemorada foi a desoneração da folha de pagamento para 15 setores, a partir da eliminação da contribuição previdenciária de 20%. A perda será compensada, em parte, pela cobrança de uma nova alíquota sobre o faturamento das empresas. Para os exportadores, a desoneração é total. Já para 11 setores da indústria destinada ao mercado interno, a nova alíquota sobre o faturamento será de 1% e, para quatro setores de serviços, de 2%.
“O ônus dos ajustes não recai sobre os trabalhadores. Não retira direitos ou reduz salários. Nós definimos uma forma de tributação mais adequada ao fluxo de receita das empresas. E o Tesouro vai compensar sempre eventuais perdas de arrecadação decorrentes das contribuições previdenciárias e ao mesmo tempo tomará todas as medidas para que não se crie a distorção de transformar em déficit uma política de governo de desoneração da folha de pagamento”, explicou a presidenta.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acrescentou que a medida beneficiará também os trabalhadores. Segundo ele, com a redução do custo da mão de obra, novos empregos serão gerados. O ministro reforçou, ainda, que a desoneração não acarretará prejuízos à Previdência. “O Tesouro Nacional compensará as perdas, estimada em R$ 7,2 bilhões por ano”. Como as medidas passarão a valer em junho, as perdas estimadas para este ano são de R$ 4,9 bilhões.
Dentre as medidas tributárias previstas no pacote, o ministro destacou a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para vários setores, já anunciada anteriormente. E acrescentou a postergação do pagamento do PIS/Confins, de março para novembro, para os setores mais atingidos pela crise. “Este recurso poderá ser usado como um capital de giro barato”, esclareceu.
Mantega incluiu no pacote, também, a desoneração do Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas e jurídicas que façam doações para entidades que trabalham com pesquisa para o tratamento de câncer. O impacto fiscal da medida estimado para o próximo ano é de R$ 305,8 milhões.
O ministro reforçou a iniciativa do governo de investir na preferência de compra de produtos nacionais. “O produto importado pode custar até 25% mais barato que nós compraremos o nacional”, explicou. Anunciou, também, dentre várias outras iniciativas, o aumento dos recursos para o Programa de Financiamento à Exportação (Proex), que passarão de R$ 1,24 bilhão para R$ 3,1 bilhões.
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, informou que o aporte de R$ 45 bilhões do Tesouro Nacional pra as operações da instituição financeira permitirão maiores investimentos em inovação, além do barateamento dos jurados praticados. “Nós queremos mais investimentos e investimentos com mais qualidade”, disse ele.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, anunciou a implementação de um novo regime automotivo, que irá vigorar de 2013 a 2017. Segundo ele, o regime estabelece metas para as montadoras que, caso sejam cumpridas à risca, podem proporcionar uma redução de até 30% do IPI. Essas metas incluem investimentos em pesquisa, inovação, conteúdo nacional e eficiência energética.
Conjuntura econômica
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o decréscimo da participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) dos países é um fenômeno mundial observado desde 1991, mas que foi agravado com a crise econômica mundial. “Mesmo os países emergentes, como China e Índia, terão redução do Produto Interno Bruto (PIB). O Brasil é um dos poucos países que continuará crescendo, com a perspectiva de passar de 2,7% para 4,5% ”, explicou.
Segundo o ministro, o Brasil tem condições para responder à recaída da crise internacional porque possui um mercado interno dinâmico, depende menos dos mercados externos, possui grandes programas de investimento, demonstra forte solidez fiscal e acumulação de reservas, além de manter a inflação sob controle.
Mantega destacou a importância das ações de monitoramento e controle do câmbio, que já vem sendo tomadas em caráter permanente, para evitar que o chamado “tsunami monetário” atinja o país. “O câmbio se transformou em um dos principais instrumentos de competitividade entre os países. Hoje, todo mundo quer desvalorizar suas moedas para que seus produtos tenham maior competitividade”, justificou.
A presidenta Dilma Rousseff reforçou que o governo está atento à desvalorização das moedas, prática que ela classificou como “competição predatória”. “Vamos agir com firmeza nos organismos internacionais e adotar todas as salvaguardas possíveis para defender nossas empresas, nossos empregos e a renda de nossos trabalhadores. Nós sabemos que uma forma de competição predatória é a que usa medidas de desvalorização das moedas. Nós estamos atentos a essas práticas e vamos agir sempre dentro dos limites das normas internacionais”, afirmou.
A maior parte dos recursos virá do aporte de R$ 45 bilhões que o Tesouro destinará ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). E o restante, de uma série de desonerações anunciadas. O pacote reforça o Programa Brasil Maior, lançado em agosto do ano passado, com o objetivo de aumentar a competitividade da indústria nacional.
A medida mais comemorada foi a desoneração da folha de pagamento para 15 setores, a partir da eliminação da contribuição previdenciária de 20%. A perda será compensada, em parte, pela cobrança de uma nova alíquota sobre o faturamento das empresas. Para os exportadores, a desoneração é total. Já para 11 setores da indústria destinada ao mercado interno, a nova alíquota sobre o faturamento será de 1% e, para quatro setores de serviços, de 2%.
“O ônus dos ajustes não recai sobre os trabalhadores. Não retira direitos ou reduz salários. Nós definimos uma forma de tributação mais adequada ao fluxo de receita das empresas. E o Tesouro vai compensar sempre eventuais perdas de arrecadação decorrentes das contribuições previdenciárias e ao mesmo tempo tomará todas as medidas para que não se crie a distorção de transformar em déficit uma política de governo de desoneração da folha de pagamento”, explicou a presidenta.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acrescentou que a medida beneficiará também os trabalhadores. Segundo ele, com a redução do custo da mão de obra, novos empregos serão gerados. O ministro reforçou, ainda, que a desoneração não acarretará prejuízos à Previdência. “O Tesouro Nacional compensará as perdas, estimada em R$ 7,2 bilhões por ano”. Como as medidas passarão a valer em junho, as perdas estimadas para este ano são de R$ 4,9 bilhões.
Dentre as medidas tributárias previstas no pacote, o ministro destacou a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para vários setores, já anunciada anteriormente. E acrescentou a postergação do pagamento do PIS/Confins, de março para novembro, para os setores mais atingidos pela crise. “Este recurso poderá ser usado como um capital de giro barato”, esclareceu.
Mantega incluiu no pacote, também, a desoneração do Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas e jurídicas que façam doações para entidades que trabalham com pesquisa para o tratamento de câncer. O impacto fiscal da medida estimado para o próximo ano é de R$ 305,8 milhões.
O ministro reforçou a iniciativa do governo de investir na preferência de compra de produtos nacionais. “O produto importado pode custar até 25% mais barato que nós compraremos o nacional”, explicou. Anunciou, também, dentre várias outras iniciativas, o aumento dos recursos para o Programa de Financiamento à Exportação (Proex), que passarão de R$ 1,24 bilhão para R$ 3,1 bilhões.
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, informou que o aporte de R$ 45 bilhões do Tesouro Nacional pra as operações da instituição financeira permitirão maiores investimentos em inovação, além do barateamento dos jurados praticados. “Nós queremos mais investimentos e investimentos com mais qualidade”, disse ele.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, anunciou a implementação de um novo regime automotivo, que irá vigorar de 2013 a 2017. Segundo ele, o regime estabelece metas para as montadoras que, caso sejam cumpridas à risca, podem proporcionar uma redução de até 30% do IPI. Essas metas incluem investimentos em pesquisa, inovação, conteúdo nacional e eficiência energética.
Conjuntura econômica
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o decréscimo da participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) dos países é um fenômeno mundial observado desde 1991, mas que foi agravado com a crise econômica mundial. “Mesmo os países emergentes, como China e Índia, terão redução do Produto Interno Bruto (PIB). O Brasil é um dos poucos países que continuará crescendo, com a perspectiva de passar de 2,7% para 4,5% ”, explicou.
Segundo o ministro, o Brasil tem condições para responder à recaída da crise internacional porque possui um mercado interno dinâmico, depende menos dos mercados externos, possui grandes programas de investimento, demonstra forte solidez fiscal e acumulação de reservas, além de manter a inflação sob controle.
Mantega destacou a importância das ações de monitoramento e controle do câmbio, que já vem sendo tomadas em caráter permanente, para evitar que o chamado “tsunami monetário” atinja o país. “O câmbio se transformou em um dos principais instrumentos de competitividade entre os países. Hoje, todo mundo quer desvalorizar suas moedas para que seus produtos tenham maior competitividade”, justificou.
A presidenta Dilma Rousseff reforçou que o governo está atento à desvalorização das moedas, prática que ela classificou como “competição predatória”. “Vamos agir com firmeza nos organismos internacionais e adotar todas as salvaguardas possíveis para defender nossas empresas, nossos empregos e a renda de nossos trabalhadores. Nós sabemos que uma forma de competição predatória é a que usa medidas de desvalorização das moedas. Nós estamos atentos a essas práticas e vamos agir sempre dentro dos limites das normas internacionais”, afirmou.
Viagem ao sul do Pará

A população da região sul do estado é testemunha do investimento de nosso governo em descentralizar a atuação do poder público. Por isso, sempre que retorno à região, recebo o carinho destes paraenses que merecem sim o cuidado e a presença do governo.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Ex-presidente grava vídeo após médicos constatarem remissão completa do câncer
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou um vídeo na sede do Instituto Lula nesta quarta-feira (28) após receber os resultados dos exames realizados no hospital Sírio Libanês e que mostraram remissão completa do câncer.
Exames mostram que Lula não tem mais tumor na laringe
Os exames feitos nesta manhã --de ressonância magnética e diagnósticos detalhados na garganta-- mostram que não há mais resquícios do câncer.
Lula já havia feito exames em fevereiro, que não detectaram a presença do tumor. Mas, eles não eram considerados conclusivos porque a radioterapia ainda tinha efeito sobre o corpo de Lula.
Lula já havia feito exames em fevereiro, que não detectaram a presença do tumor. Mas, eles não eram considerados conclusivos porque a radioterapia ainda tinha efeito sobre o corpo de Lula.
Demóstenes Torres, o Paladino da Moralidade
A cada dia, mais provas e indícios de envolvimento do líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), com a rede criminosa do contraventor Carlinhos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, colocam o senador goiano no centro dos escândalos nacionais. Agora, o próprio procurador-geral da República, Roberto Gurgel, diz que tem farta documentação sobre inquérito da Polícia Federal que expõe o relacionamento entre parlamentares e o bicheiro, indicando que, doravante, as investigações, paradas há dois anos na Procuradoria, terão finalmente o devido encaminhamento. Há um movimento de parlamentares cobrando celeridade da PGR na apuração das diferentes denúncias da imprensa que envolvem, sobretudo, o ex-líder do DEM.
Na semana passada, os líderes do PT na Câmara, Jilmar Tatto, e no Senado, Walter Pinheiro, juntamente com a líder do PSB no Senado, Lídice da Mata, protocolaram na Procuradoria Geral da República representação pedindo “investigação para averiguar se há indícios de conduta ilícita de membros do Congresso Nacional, que, em tese, poderiam configurar delito sujeito a investigação no âmbito da competência originária do Supremo Tribunal Federal”. A expectativa é de que o inquérito seja aberto no Supremo para rigorosa apuração das graves acusações dos últimos dias.
O próprio Gurgel admitiu, em entrevista semana passada, que detém farto material que liga Cachoeira a parlamentares. Ele afirmou que as gravações de conversas telefônicas, feitas pela Polícia Federal com autorização da Justiça, revelam contatos frequentes do bicheiro com Demóstenes, além de outros parlamentares. Na entrevista, Gurgel disse: "Eu não vi nada e é muita coisa. Vou examinar". Reportagem publicada pelo jornal O Globo na última sexta-feira revela que Gurgel recebeu, em 2009, documentação de outra investigação, precedente à atual operação Monte Carlo, que aponta a proximidade de Cachoeira com Demóstenes Torres e os deputados federais goianos.
Os novos dados sobre as ligações entre Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e outros políticos com foro privilegiado foram enviados à Procuradoria Geral da República há duas semanas. Caberá ao procurador Roberto Gurgel decidir se pede ao STF abertura de inquérito contra Demóstenes e outros parlamentares federais supostamente vinculados a Cachoeira.
Em nota, a PGR confirmou que recebeu os autos sobre o caso da Justiça Federal de Anápolis. Mas alegou que o processo ficou parado por uma "questão de estratégia". "Como titular da ação penal, cabe ao Ministério Publico Federal definir os rumos da investigação", diz a nota.
Em outra ação, o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) protocolou na última terça-feira um requerimento com pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara para investigar o envolvimento do empresário com integrantes do Congresso. Segundo Protógenes Queiroz, 208 deputados assinaram o documento – 37 a mais do que o número necessário para abertura das investigações. Após a verificação dos apoiamentos, caberá ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), avaliar se o colegiado deve ser criado. Caso ele seja instalado, os integrantes da comissão terão 180 dias para concluírem as investigações.
As provas e indícios de envolvimento do senador do DEM são cada vez mais claras e consistentes, conforme tem mostrado a imprensa. O autodenominado arauto da moralidade, que um dia foi eleito por jornalistas que cobrem o Congresso como o parlamentar mais “combativo” contra a corrupção, aparece em interceptações feitas pela Polícia Federal pedindo a Cachoeira que pague uma despesa dele com táxi-aéreo no valor de R$3 mil. Em outra gravação, segundo informações dos investigadores da PF, o senador fez "confidências" ao bicheiro Cachoeira sobre o resultado de reuniões reservadas que teve com autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Mas o site da revista Carta Capital divulgou que , mais do que isto, o senador seria um dos sócios dos negócios de Cachoeira. Citando inquérito da Polícia Federal, a revista afirma que Demóstenes receberia 30% do faturamento do esquema de jogos de azar de Cachoeira, o que resultaria num montante de R$ 50 milhões nos últimos seis anos(mais detalhes abaixo).
O relatório da PF revela ainda que, desde 2009, Demóstenes usava um rádio Nextel (tipo de telefone) habilitado nos Estados Unidos para manter conversas secretas com Cachoeira. Segundo a polícia, os contatos entre os dois eram "frequentes". A informação reapareceu nas investigações da Monte Carlo.
Cachoeira é acusado de subornar autoridades para explorar casas de jogos e, ao mesmo tempo, destruir os negócios dos concorrentes. Há três anos, num inquérito aberto em Anápolis, a Polícia Federal já tinha detectado supostos vínculos de Demóstenes e Cachoeira já foi condenado pela Justiça Federal no Rio de Janeiro a oito anos de prisão. O poderoso chefe do jogo está detido no presídio federal de segurança máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte.
A Veja, o grampo que ninguem viu e Carlos Cachoeira
Um dos aspectos mais intrigantes das investigações da Policia Federal sobre as atividades criminosas em Goiás e Distrito Federal, do contraventor Carlinhos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, é sua ligação com a revista Veja, que se especializou, desde o primeiro dia em que o ex-presidente Lula assumiu o cargo de Presidente da República, a publicar matérias mentirosas contra o PT, forças progressistas, movimentos sociais e qualquer política de inclusão social. Tudo indica que a revista manteve um esquema intimo com o contraventor, que envolvia grampos e filmagens clandestinas para tentar criar situações embaraçosas para o PT.
O jornalista Luis Nassif afirma em seu site que não há mais como impedir a abertura das comportas: a Operação Monte Carlo da Polícia Federal, sobre as atividades do bicheiro Carlinhos Cachoeira, chegou até a revista Veja. Diz ele: “As gravações efetuadas mostram sinais incontestes de associação criminosa da revista com o bicheiro. São mais de 200 telefonemas trocados entre ele e o diretor da sucursal de Brasília Policarpo Jr. Cada publicação costuma ter alguns repórteres incumbidos do trabalho sujo. Policarpo é mais que isso. Depois da associação com Cachoeira, tornou-se diretor da sucursal da revista e, mais recentemente, passou a integrar a cúpula da publicação, indicado pelo diretor Eurípedes Alcântara. Foi um dos participantes da entrevista feita com a presidente Dilma Rousseff. Nos telefonemas, Policarpo informa Cachoeira sobre as matérias publicadas, trocam informações, recebe elogios. Há indícios de que Cachoeira foi sócio da revista na maioria dos escândalos dos últimos anos.”.
A revista Veja é a mesma que deu uma matéria de capa no primeiro mandato de Lula com o titulo “A República do Grampo”, contendo a transcrição de uma suposta conversa entre Demóstenes e o então presidente do STF, Gilmar Mendes. Nunca ninguém viu nem ouviu a tal gravação, mas o estrago foi feito, num momento delicado da politica nacional, resultando na queda de Paulo Lacerda, o diretor geral da ABIN. No fim de 2010, quando ninguém prestava atenção nos jornais, a Polícia Federal divulgou o resultado de um inquérito dizendo textualmente que não encontrara um fiapo de prova sequer sobre a realização do grampo. Ninguém pediu desculpas nem maiores esclarecimentos. Numa reação que parecia o prenúncio de uma crise institucional, no auge da denúncia Gilmar Mendes prometeu chamar o presidente Lula “às falas.” Não se pediu desculpas pelo não grampo, e agora, com tantas evidências de envolvimento com a contravenção, o senador do DEM não pediu também desculpas pelas gravações – agora autorizadas e bem reais - em que aparece dialogando com Cachoeira pedindo dinheiro e revelando o conteúdo de reuniões sigilosas.
O jornalista Luis Nassif afirma em seu site que não há mais como impedir a abertura das comportas: a Operação Monte Carlo da Polícia Federal, sobre as atividades do bicheiro Carlinhos Cachoeira, chegou até a revista Veja. Diz ele: “As gravações efetuadas mostram sinais incontestes de associação criminosa da revista com o bicheiro. São mais de 200 telefonemas trocados entre ele e o diretor da sucursal de Brasília Policarpo Jr. Cada publicação costuma ter alguns repórteres incumbidos do trabalho sujo. Policarpo é mais que isso. Depois da associação com Cachoeira, tornou-se diretor da sucursal da revista e, mais recentemente, passou a integrar a cúpula da publicação, indicado pelo diretor Eurípedes Alcântara. Foi um dos participantes da entrevista feita com a presidente Dilma Rousseff. Nos telefonemas, Policarpo informa Cachoeira sobre as matérias publicadas, trocam informações, recebe elogios. Há indícios de que Cachoeira foi sócio da revista na maioria dos escândalos dos últimos anos.”.
A revista Veja é a mesma que deu uma matéria de capa no primeiro mandato de Lula com o titulo “A República do Grampo”, contendo a transcrição de uma suposta conversa entre Demóstenes e o então presidente do STF, Gilmar Mendes. Nunca ninguém viu nem ouviu a tal gravação, mas o estrago foi feito, num momento delicado da politica nacional, resultando na queda de Paulo Lacerda, o diretor geral da ABIN. No fim de 2010, quando ninguém prestava atenção nos jornais, a Polícia Federal divulgou o resultado de um inquérito dizendo textualmente que não encontrara um fiapo de prova sequer sobre a realização do grampo. Ninguém pediu desculpas nem maiores esclarecimentos. Numa reação que parecia o prenúncio de uma crise institucional, no auge da denúncia Gilmar Mendes prometeu chamar o presidente Lula “às falas.” Não se pediu desculpas pelo não grampo, e agora, com tantas evidências de envolvimento com a contravenção, o senador do DEM não pediu também desculpas pelas gravações – agora autorizadas e bem reais - em que aparece dialogando com Cachoeira pedindo dinheiro e revelando o conteúdo de reuniões sigilosas.
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